quarta-feira, 25 de maio de 2011

Ônibus novos já começam a circular em Criciúma

nibus Viale proporcionam acessibilidade para passageiros portadores de necessidades especiais. Ao todo, são 23 veículos novos e o investimento foi de R$ 8 milhões para a renovação da frota

Os ônibus novos de Criciúma privilegiam a acessibilidade. De modelo Marcopolo Viale, Scania K 270, ônibus são maiores que os antigos. Oferecem mais assentos convencionais, mais especiais, têm espaço para cão guia, piso antiderrapante, um interruptor especial para portadores de limitações visuais, e área para cadeira de rodas. Maior ventilação interna, câmeras e limitador de velocidade também são itens de conforto e segurança encontrados nos veículos. Foto: Ulisses Job
Parta da frota de ônibus novos de Criciúma, em Santa Catarina, já pode ser vista neste domingo, dia 22 de maio de 2011, circulando pela cidade.
A cidade recebeu ao todo 23 veículos novos, eletrônicos e totalmente acessíveis, o que vem melhorar os serviços de transportes coletivos que necessitava de ônibus adaptados para portadores de necessidades especiais.
Os ônibus foram apresentados na semana passada e pertencem às empresas Auto Viação Critur Ltda, Expresso Coletivo Forquilinhinha / Expresso Rio Maina e ZTL – Zelindo Trento & Cia Ltda.
Desta frota, 19 ônibus são para o serviço troncal, chamados de amarelinhos e que fazem as linhas que servem o centro da cidade e as principais ligações entre os três terminais da cidade, 02 são para linhas alimentadoras, chamadas de linhas dos ônibus branquinhos e ainda outros dois para o serviço apelidado de ônibus mineirinhos.
De acordo com a ACTU – Associação Criciumense de Transporte Urbano, que representa as empresas de ônibus, foram investidos aproximadamente R$ 8 milhões para a troca de veículos.
Os veículos priorizam a acessibilidade.
Eles têm espaço para cadeira de rodas, cão guia e interruptor especial para solicitação de parada para quem possui deficiência visual.
Membros da Advisul – Associação dos Deficientes Visuais do Sul foram verificar os ônibus e aprovaram. Eles receberam orientações de como aproveitar melhor os equipamentos de acessibilidade dos novos Marcopolo Viale Scania, de Criciúma.
A entidade possui 149 filidados, dos quais pelo menos 20 precisam de transportes públicos para deslocamento.

As três empresas de ônibus que fazem os transportes coletivos de Criciúma, em Santa Catarina, investiram R$ 8 milhões para a compra dos 23 ônibus novos que começaram a prestar serviços na cidade neste domingo, dia 22 de maio de 2011. Foto Engeplus
O piso antiderrapante dos ônibus também foi elogiado pelos portadores de deficiência visual, assim como os balaústres com textura diferenciada nas proximidades das portas.
Os ônibus novos também são maiores, mais espaçosos e têm uma capacidade de atendimento superior aos antigos.
Os veículos antigos tinham 27 lugares e estes novos possuem 33 assentos.
Há sistema de ventilação interna, câmeras de segurança e um equipamento que limita em 60 km/h a velocidade dos ônibus, proporcionando mais segurança nas operações.
Os veículos também são dotados de motorização eletrônica, que possibilita maior rendimento nas operações, menores custos e menos emissão de poluentes.
Adamo Bazani, repórter da CBN, jornalista especializado em transportes.
http://onibusbrasil.com/blog/2011/05/24/onibus-novos-ja-comecam-a-circular-em-criciuma/

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Chegamos as 10.000 visualizações

 Hoje,23/04/2011 alcançamos  uma marca histórica,em menos de um ano de blog,conseguimos 10.000 visualizações,muito obrigado a todos os nossos seguidores,leitores e parceiros
MUITO OBRIGADO A TODOS!!!

Paradiso 1450 da Eucatur pega fogo após acidente na BR-364

Um grave acidente ocorrido próximo ao município de Ariquemes, no quilômetro 545 da BR 364, acabou provocando o incêndio de um ônibus interestadual a empresa União Cascavel, placa NBE-4919, que vinha de Jaru para Porto Velho. 

O acidente envolveu um veículo Golf/VW, placa NVT 6329, que acabou colidindo de frente com o ônibus. De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal, o Golf foi fazer uma ultrapassagem em local inapropriado, quando deparou com o ônibus e acabou colidindo.Foto:  Matheus Andrade - Ag. Imagem News Divulgação Rondônia Ao Vivo

sábado, 16 de abril de 2011

Ônibus da Viação Cometa tomba em rodovia de São Paulo

SÃO PAULO - Um ônibus da Viação Cometa, que seguia com 38 passageiros de São Paulo a Ribeirão Preto, tombou na tarde desta sexta-feira, no canteiro central do km 32 da rodovia dos Bandeirantes (SP-348), em Caieiras, a 38 km da capital paulista. 

Segundo a Polícia Militar Rodoviária (PMR), há ao menos 11 feridos, dos quais quatro com gravidade. 
FOTO: REPRODUÇÃO DE TV
Foto: Divulgação


Uma das vítimas graves foi socorrida com fratura exposta pelo helicóptero Águia da PM (Polícia Militar) para o HC (Hospital das Clínicas) de São Paulo, segundo a assessoria de imprensa da Viação Cometa. Os outros feridos foram levados para o hospital São Vicente de Paulo, em Jundiaí. 

Sete equipes do Corpo de Bombeiros e quatro da concessionária Autoban fizeram os primeiros socorros às vítimas. Houve lentidão no tráfego próximo do local do acidente. 

A polícia informou, também, que nenhum outro veículo se envolveu no acidente e que o ônibus teria se chocado contra uma mureta de concreto antes de tombar no canteiro central. 

A Viação Cometa lamentou na noite de hoje, por meio de nota, o acidente ocorrido por volta das 17h15 no sentido interior Rodovia dos Bandeirantes, na região de Cajamar (SP). Um ônibus da empresa capotou na altura do km 32 da rodovia. 

Segundo a empresa, todas as providências no sentido de oferecer assistência médica e apoio psicológico para as vítimas já estão em andamento. Ela informou ainda que vai averiguar as causas do acidente. 

De acordo com a Viação Cometa, o ônibus transportava 38 passageiros e havia saído de São Paulo com destino a Ribeirão Preto, no interior paulista. Apesar de não haver interdição, porque o veículo ficou no canteiro central, a concessionária que administra a rodovia registrou lentidão do km 25 até o km 32, local do capotamento. 

O ônibus foi retirado do local por volta das 19h30. Às 21h30, já não havia mais lentidão no sentido interior da via, segundo a Autoban. 
Com informações do Estadão

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Busscar tem só até esta semana para explicar ao Ministério Público sobre seu futuro

Encarroçadora não paga alguns salários há mais de um ano. Apesar do retorno aos trabalhos, a produção é bem tímida e Ministério Publico do Trabalho quer saber o que a direção da empresa deve fazerADAMO BAZANI – CBN
A Busscar realmente será vendida a outro grupo empresarial ?
Essa e outras repostas o Ministério Público do Trabalho em Santa Catarina quer saber da encorroçadora de ônibus que enfrenta a pior crise de sua história.
Atendendo solicitações do Sindicato dos Mecânicos de Joinville e Região, o Ministério Público intimou a Busscar a dar explicações sobre seu plano de sair da crise e honrar os compromissos trabalhistas.
A advogada do sindicato, Luiza De Bastiani, disse ao Jornal Diário Catarinense que a representação de trabalhadores quer uma intervenção na indústria. Os empregados também apóiam a venda da empresa para outro grupo investidor se esta for a melhor solução.
“O objetivo da reunião com a procuradoria era solicitar apoio, intervenção, para que a empresa se explique, diga se há algum avanço nas negociações de venda. Dar informações mais palpáveis, informar quais diretrizes pretende seguir” – disse a advogada.
O promotor Guilherme Kirtsching acompanha o caso. Há em poder dele dados sigilosos comerciais que informam quais os planos da empresa, uma das mais tradicionais do setor de fabricação de carrocerias de ônibus.
A Busscar tem até esta semana para passar dados concretos do que deve fazer.
No dia 19 de abril, um representante da encarroçadora, de acordo com o pedido do Ministério Público do Trabalho, deve comparecer ao sindicato dos mecânicos de Joinville para dar explicações diretas à categoria a respeito de possíveis acordos e compromissos na reunião entre Ministério Público do Trabalho, empresa e representantes sindicais.
No último dia 05 de abril, a empresa completou um ano sem pagar salários. Aproximadamente 3,5 mil trabalhadores tentam receber os direitos. Mas atualmente, a empresa conta com 1,3 mil funcionários com carteira assinada.
Uma empresa de gestão do Rio de Janeiro foi contratada para buscar a melhor alternativa comercial para a empresa.
O que tem irritado tanto os trabalhadores como o mercado é o silêncio da empresa.
A Busscar se limita a dizer que este silêncio faz parte de uma estratégia comercial. Enquanto a estratégia não é definida, os trabalhadores acumulam dívidas, não conseguem honrar compromisso e o mercado de carrocerias se concentra ainda mais. A Marcopolo, mais tradicional em carrocerias rodoviárias, aumentou sua participação em urbanos e lidera com folga o segmento que disputava com a Busscar, sua principal concorrente A Caio tem pedidos acumulados e outras encarroçadoras aproveitam para conquistar espaço, como a Comil, no segmento rodoviário e Neobus e Mascarello no urbano.
Já é a terceira grande crise financeira da Busscar nos últimos 15 anos, sendo esta considerada a mais grave.
Esta última crise é uma somatória de fatores que incluem desde ma administração, não atualização gerencial com as dinâmicas do mercado e o não repasse de créditos do IPI – Imposto Sobre Produtos Industrializados, que a empresa tem direito a receber do poder público.
Os R$ 610 milhões de crédito já estavam no orçamento da empresa que disse ter feitos planos de investimentos contando com este dinheiro. Sem recebê-lo, ela aumentou suas dívidas.
O Governo alega que o prazo para empresa solicitar este valor se esgotou. O Superior Tribunal de Justiça reconheceu o direito de a empresa receber este montante.
As oscilações do câmbio, com as desvalorizações do Real no ano passado, também fizeram a empresa sentir, principalmente nos contratos de exportações. Com a moeda nacional mais desvalorizada, o valor final do produto tende a ser menos lucrativo. S]ao menos dólares recebidos pelo mesmo produto.
A empresa teve de cancelar vários contratos internacionais, como o fornecimento de 1350 para o BRT – Bus Rapid Transit – sistema de ônibus com corredores inteligentes e segregados, da Guatemala.
O BNDES se nega a ajudar novamente a empresa e alega que todos os esforços já foram feitos, mesmo com o fato de o próprio governo ter devido para a companhia.
Só em dívidas trabalhistas, os débitos da Busscar ultrapassam R$ 220 milhões.
Entre outros débitos, a dívida chega a R$ 600 milhões.
Ao BNDES, a dívida é de R$ 30 milhões por financiamentos não pagos.
Para bancos particulares, 11 no total, a Busscar deve R$ 270 milhões.
A empresa também deve a fornecedores. Sem crédito, ela não tem condições de financiar a compra de novas matérias-primas para produzir novas uinidades.
A empresa também enfrenta disputas judiciais com ex acionistas que querem quantias milionárias.
No ano passado, o diretor da empresa, Claudio Nielson, demonstrava a intenção de não vender a empresa, decisão agora que pode ser repensada.
Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN – especializado em transportes.